terça-feira, 9 de julho de 2013

Atenção para os cuidados oftalmológicos com o bebê


Antes do nascimento

O acompanhamento pré-natal é capaz de evitar o comprometimento da visão do bebê que irá nascer. Algumas doenças, como a rubéola e a toxoplasmose, podem causar cegueira e problemas neurológicos na criança. 


O bebê já nasce enxergando?

Não, o recém-nascido apenas percebe luz e vultos, os quais ainda não sabe interpretar. Assim como ele não sabe falar e andar, também não sabe ver. Com o passar dos meses, se estiver tudo em ordem com seus olhos, irá desenvolvendo progressivamente sua visão. Próximo aos cinco anos de idade, na maioria das crianças, a visão será igual a do adulto. 

Qualquer doença ocular ao nascimento, como a catarata congênita e o glaucoma congênito, pode prejudicar totalmente este desenvolvimento. O teste do reflexo vermelho, também chamado de “teste do olhinho”, deve ser realizado ainda na maternidade. Ele é capaz de detectar essas e outras doenças, às vezes gravíssimas, como o retinoblastoma (um tipo de câncer ocular) precocemente. 


Oftalmia neonatal, obstrução do canal lacrimal e outras alterações

A oftalmia neonatal é uma conjuntivite que afeta crianças menores de 28 dias de nascimento. Ela é causada pela infecção durante o parto, em virtude do contato da criança com as secreções genitais da mãe, combinada com a falta de cuidados no momento do nascimento. Para evitar a contaminação, ainda na sala de parto, profissionais de saúde aplicam gotas de nitrato nos olhos da criança.

O bebê, em seus primeiros dias de vida, também pode apresentar olhos muito vermelhos e lacrimejantes, causados pela obstrução do canal lacrimal (dacriocistite). Se isso ocorrer, ele deve ser examinado por um oftalmologista, que poderá indicar o tratamento correto.

Também deve ser levado com urgência ao médico oftalmologista o bebê que, ao nascer, tiver mancha branca na menina dos olhos, olhos anormalmente grandes, ou ainda que não suportem claridade.


Como limpar os olhos do bebê?

Para limpar os olhos do bebê, deve-se utilizar gaze ou pano limpo molhado em água filtrada e previamente fervida. Fazer movimentos delicados sem apertar os olhos. 

Fonte: CBO


  Agende uma consulta com um Oftalmologista:

Oftalmoclínica Icaraí
Rua Moreira Cesar 160 - 4º andar
Icaraí - Niterói - RJ
Fone: (21) 2703.6100

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Um olhar diz tudo? Então cuide dele como você escova seus dentes!

Já ouviu o ditado que “um olhar vale mais do que mil palavras”? Apesar de darmos tanta importância à linguagem do olhar nos dias atuais, nem sempre nos lembramos de cuidar desta área tão fundamental e sensível de nosso corpo. Como alertam os especialistas, a saúde dos olhos deve ser observada desde o nascimento, para que se possa prevenir e tratar, o mais cedo possível, todo o tipo de problema que pode surgir ao longo da vida.

Veja os principais cuidados que você deve ser com a sua visão:

Antes de mais nada, é preciso visitar o oftalmologista regularmente. Para as pessoas que têm problemas de visão ou que já passaram dos 40 anos, o ideal é que a consulta seja feita 1 vez por ano.

Outra atitude fundamental é a auto-observação: vista cansada, coceira nos olhos, dificuldade para focalizar imagens, lacrimejamento, todos esses são sintomas de problemas de visão, doenças ou alergias.

Os cuidados em relação à televisão e, principalmente, ao uso continuado de computadores, são muito importantes. Recomenda-se que o usuário dê intervalos de 10 a 15 minutos a cada uma hora, para descansar os olhos , aumentar a lubrificação da superfície ocular e que mantenha uma distância de pelo menos 50 cm do monitor.

Muitas pessoas (não necessariamente as que têm olhos claros) são mais sensíveis aos raios ultravioleta do sol. Por isso, o uso de óculos escuros de boa qualidade (que podem ser ou não de grau, dependendo do caso), são fundamentais para proteger a visão.

Quem usa lentes de contato deve dar atenção especial à limpeza das lentes, e ao uso continuado dentro dos prazos estabelecidos. Quando isto não é feito, pode haver a proliferação de bactérias na superfície do olho e da lente, o que causa infecções.



Agende uma consulta com um Oftalmologista:

Oftalmoclínica Icaraí
Rua Moreira Cesar 160 - 4º andar
Icaraí - Niterói - RJ
Fone: (21) 2703.6100

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Sociedade Brasileira de Glaucoma realiza campanha de conscientização da doença


Mais da metade da população brasileira não sabe responder o que é a doença glaucoma. E um a cada três brasileiros com mais de 16 anos de idade nunca foi ao oftalmologista. 

Por esse motivo a Sociedade Brasileira de Glaucoma realiza em todo o país uma campanha de conscientização popular do Combate à Cegueira pelo Glaucoma.

Essas ações têm o apoio da Associação Brasileira dos Amigos, Familiares e Portadores de Glaucoma (Abrag). De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma, o médico oftalmologista Francisco Lima, o objetivo é esclarecer sobre a doença e alertar as pessoas para a principal causa de cegueira do mundo.

“Lutar contra o glaucoma é um grande desafio. A doença não tem cura, mas pode ser tratada e evitar a perda da visão desde que seja descoberta o quanto antes. Para se ter uma ideia pelos dados de 2010 do IBGE, considerando-se que 2% da população tem glaucoma, estimamos que em Goiás, por exemplo, existam mais de 120 mil pessoas afetadas pela doença. O pior é que a maioria não sabe que tem o problema e só vai descobrir quando a perda visual já estiver significativamente avançada." afirma Francisco Lima.
Fonte: ABRAG



Agende uma consulta com um Oftalmologista:

Oftalmoclínica Icaraí
Rua Moreira Cesar 160 - 4º andar
Icaraí - Niterói - RJ
Fone: (21) 2703.6100

terça-feira, 25 de junho de 2013

Colírios são remédios e seu mau uso pode causar graves consequências como catarata e glaucoma


A maioria das pessoas pensa que eles são inofensivos e usa à vontade, sem nem olhar o rótulo. Pior ainda: tem gente que usa o colírio dos outros sem nenhuma preocupação. Um erro grave, pois o colírio é igual à escova de dentes: cada um precisa do seu para evitar contaminações.

A escolha do medicamento também exige orientação médica. Colírios antibióticos, usados por tempo prolongado, reduzem a resistência imunológica e favorecem o aparecimento de bactérias resistentes. Já os anti-inflamatórios hormonais (com corticoide) podem causar catarata e glaucoma.

Agora, atenção ao uso correto dos colírios: para que a substância ativa do medicamento  vá em menor quantidade para a corrente sanguínea, afetando a saúde de outros órgãos, basta uma atitude simples: com o dedo indicador oclua o ducto lacrimal na extremidade interna do olho. Este simples cuidado evita alterações cardíacas em casos de uso de colírio vasoconstritor, por exemplo.

Vamos agora a algumas dicas para que você não corra riscos e preserve a saúde dos seus olhos e sua visão sempre em dia!

- Os principais tipos de colírio são: antibiótico, anti-inflamatório hormonal (com corticoide) e não hormonal (sem corticoide), antialérgico, vasoconstritor, lubrificante, antiglaucomatoso (para tratamento de glaucoma) e os anestésicos;

- Os colírios anti-inflamatórios são usados nos pós-operatórios e contra a conjuntivite viral, para reduzir o desconforto, e em todos os processos inflamatórios dos olhos;

- Os colírios antibióticos combatem todos os processos infecciosos. O mais comum é a conjuntivite bacteriana, que tem maior incidência no verão e é mais comum em crianças;

- O anti-inflamatório hormonal (com corticoide) tem uma ação mais agressiva, com maior penetração e maior poder sobre as células inflamatórias. Mas só deve ser usado em casos graves por causa dos efeitos colaterais.

- O colírio lubrificante (lágrima artificial) é o único que pode ser usado por todos conforme recomendação médica, sem efeitos colaterais, mas preste atenção se ele não tem conservantes que causem alergias (essa informação está no rótulo!). Ele, inclusive, é indicado para quem usa lentes de contato ou quem está em contato com poluição, ar condicionado ou fica horas em frente ao computador;

- Para tratar irritações causadas por contato com água do mar, da piscina ou de ambientes poluídos, o mais indicado é usar compressas frias com água potável. Não desaparecendo a irritação em dois dias, procure um oftalmologista. Por fim, é importante ressaltar que nenhum colírio deve ser usado sem prescrição e acompanhamento médico.
Fonte: Cuidado com o Glaucoma

Agende uma consulta com um Oftalmologista:

Oftalmoclínica Icaraí
Rua Moreira Cesar 160 - 4º andar
Icaraí - Niterói - RJ
Fone: (21) 2703.6100

Usar o computador em um ambiente claro protege a visão

O computador faz parte do dia a dia da maioria das pessoas, seja para trabalhar, estudar ou até mesmo por lazer.

Porém, o mau uso desse aparelho pode prejudicar principalmente os olhos e, por isso, é preciso tomar alguns cuidados. Uma dica importante é optar por ambientes mais claros e com a luz mais difusa na hora de se conectar para agredir menos os olhos e proteger a visão, como explicou o oftalmologista Samir Bechara no Programa Bem Estar.

Isso acontece porque a claridade faz a pupila se fechar e ficar mais protegida, melhorando a visibilidade. Além disso, com o ambiente todo iluminado, a luz direcional do computador se torna menos agressiva – manter janelas abertas e luzes acesas são algumas medidas que ajudam a criar esse espaço, por exemplo. No entanto, o oftalmologista Emerson Castro alerta para os focos de luz que não devem estar virados diretamente aos olhos, assim como os aparelhos de ar-condicionado ou ventiladores. (veja abaixo mais dicas para proteger a visão ao usar o computador)

clique na imagem para ampliar


Entre os problemas que o uso do computador pode causar, está o olho seco. Porém, o alerta vai para o uso de colírio, que deve ser apenas o de lágrima artificial indicado pelo médico. O uso de colírios sem orientação pode até piorar o problema e, por isso, é bom evitar a automedicação.

Os médicos alertaram também para os cuidados com a visão das crianças. Segundo eles, o quanto antes for detectado o problema, melhor - isso porque a visão se desenvolve 90% nos dois primeiros anos de vida, época em que a criança aprende a fixar, movimentar e perceber a profundidade através dos olhos. Qualquer alteração não corrigida nessa fase pode trazer prejuízos para a visão no futuro.

Por isso, os bebês devem passar pelo teste do olhinho logo ao nascer e, quando crescem, devem fazer avaliações oftalmológicas frequentemente.

Caso seja detectado que um dos olhos não funciona direito, é importante iniciar rapidamente o tratamento que, na maioria das vezes, é feito com o uso dos tampões. Eles podem ajudar, inclusive, no estrabismo na infância.
Fonte: G1 - Bem Estar

 
Agende uma consulta com um Oftalmologista:

Oftalmoclínica Icaraí
Rua Moreira Cesar 160 - 4º andar
Icaraí - Niterói - RJ
Fone: (21) 2703.6100


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Teste do olhinho: O que é?

É um exame simples, rápido e indolor, que consiste na identificação de um reflexo vermelho, que aparece quando um feixe de luz ilumina o olho do bebê. O fenômeno é semelhante ao observado nas fotografias. Para que este reflexo possa ser visto, é necessário que o eixo óptico esteja livre, isto é, sem nenhum obstáculo à entrada e à saída de luz pela pupila. Isso significa que a criança não apresenta nenhum obstáculo ao desenvolvimento da sua visão.

Por que e quando fazer?

A criança não nasce sabendo enxergar, ela vai aprender assim como aprenderá a sorrir, falar, engatinhar e andar. Para isso, as estruturas do olho precisam estar normais, principalmente as que são transparentes. O “Teste do Olhinho” pode detectar qualquer alteração que cause obstrução no eixo visual, como catarata, glaucoma congênito e outros problemas cuja identificação precoce possibilita o tratamento no tempo certo e o desenvolvimento normal da visão. 

Desde junho de 2010, o pagamento do “Teste do Olhinho” por todos os planos de saúde é obrigatório, segundo decidiu a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 

Antes disso, em muitos estados e cidades o exame já era instituído por lei e realizado nas maternidades públicas e particulares, antes da alta do recém-nascido. O objetivo da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) é que todas as crianças tenham esse direito garantido! 

A recomendação é que o Teste do Olhinho seja realizado pelo pediatra logo que o bebê nasça. Se isso não ocorrer, o exame deve ser feito na primeira consulta de acompanhamento e continua sendo importante nas consultas regulares de avaliação da criança, com a periodicidade definida pelo médico. Se o pediatra encontrar algum problema, encaminhará a criança para avaliação do oftalmologista.

Fonte: CBO


Agende uma consulta com um Oftalmologista:

Oftalmoclínica Icaraí
Rua Moreira Cesar 160 - 4º andar
Icaraí - Niterói - RJ
Fone: (21) 2703.6100

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Quando a lousa embaça...

 

...a escola perde a graça. Se escapulir da sala de aula já é uma tentação para algumas crianças com visão perfeita, que dirá para aquelas que não enxergam com nitidez. A saúde dos olhos é o primeiro passo para um boletim nota 10

Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. "Eu ia brincar fora da sala o tempo todo", conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. "Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista", lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. 


Casos como o de Giovanni não são raros. "Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico", ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. "Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento", diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. 

Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. "Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre", exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. "É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não", aconselha Leôncio.

Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. "Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão", alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. 

Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. "Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal", afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: "Educação física". Uma questão de gosto — e não mais de saúde.

Agende uma consulta com um Oftalmologista:

Oftalmoclínica Icaraí
Rua Moreira Cesar 160 - 4º andar
Icaraí - Niterói - RJ
Fone: (21) 2703.6100



Fonte: Revista Saúde
Imagens ilustrativas