sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Teste do olhinho no recém-nascido pode evitar a cegueira

Para evitar várias doenças, passíveis de tratamento, muitas mães se preocupam em fazer o teste do pezinho, mas, por falta de informação, a solicitação do teste do olhinho não é tão comum. 

Segundo especialistas doenças como catarata congênita, glaucoma congênito, malformação no globo ocular, cicatrizes, tumores ou retinopatia de bebês prematuros podem ser detectadas precocemente, através do teste, possibilitando tratamento específico e prevenindo a perda da visão. 

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, mais de 50% dos recém-nascidos só têm a alteração descoberta quando estão cegos ou quase cegos para o resto da vida. 

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 80% de todos os casos de cegueira no mundo poderiam ter sido evitados ou tratados. No Brasil, estima-se que cerca de 30% da deficiência visual esteja entre crianças. 

Desde junho de 2010, o pagamento do teste do olhinho por todos os planos de saúde é obrigatório, segundo decidiu a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em alguns estados é obrigatório. Segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, algumas cidades, como Florianópolis e Porto Alegre e estados brasileiros (Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo) e o Distrito Federal possuem legislação que determina a realização do teste do olhinho em todos os recém-nascidos, antes de sua alta. 

O Ministério da Saúde incentiva a realização do teste nas maternidades, mas não é obrigatório em todo país. 

Fontes: CBO



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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Conheça a Oftalmoclínica Icaraí


Conheça a Oftalmoclínica Icaraí

Prevenção, Diagnóstico e Tratamentos 
em Oftalmologia em Niterói!

A Oftalmoclínica Icaraí oferece os melhores profissionais,
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Saiba como evitar a cegueira em diabéticos

A diabetes é uma doença crônica, sem cura e que pode trazer inúmeras complicações para a saúde, e você sabia que uma dessas complicações é a cegueira?

A retinóloga Andréa Veloso explica que a retinopatia diabética, nome dado à complicação nos olhos, é a principal causa de cegueira evitável na população economicamente ativa de países desenvolvidos. Segundo ela, dois fatores são essenciais: o tempo de doença e a taxa glicêmica. "A taxa glicêmica é muito bem avaliada pelos níveis de Hemoglobina glicada (A1C). O ideal é que esta permaneça em níveis inferiores a 7%. O tempo de doença, por sua vez, significa uma maior exposição do olho às elevadas taxas e maior stress oxidativo (formação de radicais livres)", diz ela.

Assim sendo, a retinopatia diabética não é senão uma resposta do olho frente à hiperglicemia crônica e ao tempo de doença. Tal estado é caracterizado por uma hipóxia (falta de oxigênio) relativa, liberando na retina fatores que estimulam a formação de neovasos, ou "novos vasos", que, sendo finos e frágeis, são incompetentes, podendo romper-se. Está formado um círculo vicioso que, se diagnosticado a tempo, pode ser atenuado.

Existem basicamente duas formas da doença: a retinopatia diabética não proliferativa, que, se não diagnosticada e tratada a tempo, pode evoluir para a retinopatia diabética proliferativa, com prognóstico mais reservado. "Há ainda o edema macular diabético, que é uma forma de retinopatia diabética que acomete a mácula, região principal da visão. O edema macular diabético pode ocorrer concomitantemente à fase não proliferativa quanto à fase proliferativa; tipicamente, costuma comprometer a visão em níveis variáveis, o que impulsiona o paciente a procurar seu médico tão logo perceba a baixa visual", explica a oftalmologista.

Quem pensa que só as pessoas mais velhas podem ter essa complicação se engana. A oftalmologista com especialização em pediatria Kátia Mello explica que tanto jovens quanto adultos e idosos podem ser igualmente acometidos pela doença, bastando para isso que tenham tempo de doença e controle glicêmico precário, os principais requisitos para que a retinopatia se instale.

Então, como evitar a doença? Kátia explica que, além do controle glicêmico, que é de extrema importância, é essencial que o paciente faça exames oftalmológicos regulares, no mínimo uma vez por ano. "Uma vez ocorrida, a retinopatia não pode ser revertida. O que pode e deve ser feito é um controle, de forma que a doença progrida de modo mais lento a partir de então", finaliza ela.

Fonte: Id Med Terra, por Dra Andréa Velosa, oftalmologista






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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Conheça a Oftalmoclínica Icaraí



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Você foi ao Oftalmologista no último ano?


Uma pesquisa realizada pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) em 2012, a pedido da Sociedade Brasileira de Glaucoma, revelou um dado preocupante: 36% da população brasileira acima de 16 anos nunca foram a um oftalmologista. 

Desinformação ou falta de acesso à saúde? Para a oftalmologista Nara Galvão, do Instituto de Olhos do Recife, é um pouco dos dois. “Há regiões no país em que faltam serviços de atendimento médico e os pacientes precisam se deslocar quilômetros e ainda arcar com os custos da consulta e do tratamento quando não têm um plano de saúde”, afirma a médica. “Mas também vejo um pouco de desconhecimento sobre os riscos de não se fazer exames de saúde de rotina”.

No geral, os pacientes procuram um oftalmologista quando apresentam alguma alteração na visão e julgam precisar de óculos. “É fundamental lembrarmos que o oftalmologista cuida da saúde ocular. Por meio do exame oftalmológico é possível diagnosticar alterações oculares sérias, como o glaucoma”, alerta o oftalmologista Cristiano Caixeta Umbelino, da Santa Casa de São Paulo.

Mas qual é o período ideal para consultar um oftalmologista? Para os médicos, o ideal seria fazer os exames de rotina no período de 6 meses a 1 ano. No caso de pacientes com alguma alteração ocular, essa frequência deve ser indicada pelo médico. “Após os 40 anos, o exame deve incluir a medida da pressão ocular e a realização de exame de fundo de olho”, completa Heloisa Russ, médica do Instituto Graefe de Oftalmologia, Curitiba-PR. 

E você, já foi ao oftalmologista este ano?

Fonte: Guia dos óculos



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Óculos, veja como cuidar das suas lentes


Cuidar das lentes dos óculos de prescrição é fundamental. Isso garantirá que seus óculos tenham um ótimo desempenho por mais tempo. Mas para isso é preciso seguir algumas dicas:

Armazenagem e cuidado com seus óculos: se não estiver usando seus óculos, deixe-os no estojo. Essa é sempre a melhor forma para prevenir arranhões nas lentes e mantê-las sempre limpas, além de proteger as armações. Nunca coloque os óculos de prescrição em uma bolsa, no bolso ou em uma sacola desprotegidos.

Limpeza e proteção de suas lentes: manter as lentes limpas é muito fácil: use sempre água potável e sabão neutro, esfregue gentilmente seus dedos para limpar a superfície. Enxágue-as e, então, seque-as com um pano limpo ou lenço de papel macio. Evite esfregar suas lentes de prescrição com trapos, tecidos faciais ou toalhas de papel, esses materiais podem arranhá-las. E o principal, evite definitivamente usar produtos de limpeza doméstica, como acetona ou sabonetes com creme, já que os produtos químicos danificam suas lentes.

Coloque seus óculos com cuidado: você nem sempre carrega seu estojo com você, correto? Então, aqui vai uma dica: se tiver que colocar seus óculos de prescrição em uma mesa ou escrivaninha, é melhor fechar suas armações primeiramente, antes de depositá-los. Sempre os coloque com a armação fechada para baixo para não riscar as lentes. Nunca deixe seus óculos no chão. E quando estiver no banheiro, evite colocar seus óculos sobre a pia ou o estojo de cosméticos, porque pingos, sprays e produtos cosméticos podem sujar as lentes. E mais: tratamentos antirreflexos (AR) podem ser danificados pelos sprays de cabelo ou perfume.

Mantenha os óculos no nariz e não sobre a cabeça: os óculos de prescrição foram criados para descansarem em seu nariz, em frente aos seus olhos, não na parte superior da cabeça. Quando você coloca seus óculos sobre sua cabeça, as armações ficam desalinhadas e até mesmo a melhor lente não será eficaz porque seu uso será inadequado. Lembre-se da nossa primeira regra: se não estiver usando seus óculos, guarde-os. 

Fonte: Guia de óculos




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terça-feira, 13 de agosto de 2013

7 doenças que podem ter diagnóstico precoce

Veja abaixo quais doenças dos olhos podem ser detectadas com exames periódicos:

1 - Catarata 
A opacificação do cristalino geralmente acontece após os 60 anos, mas algumas crianças podem já nascer com o problema. Todas as pessoas terão catarata algum dia, umas mais cedo e outras mais tarde. É um desgaste natural. O tratamento é cirúrgico e consiste em remover a catarata e implantar uma lente intraocular.

2 - Ametropia
É um erro de refração ocular, como a miopia (não enxerga claramente de longe), a hipermetropia (não enxerga claramente de perto) e o astigmatismo (visão distorcida de longe e de perto). Os problemas de visão podem ser corrigidos com o uso de óculos, lentes e cirurgias a laser.

3 - Glaucoma
Aumento da pressão nos olhos, que, se não for tratado, pode levar à perda gradual e irreversível da visão. Os fatores de risco para desenvolver a doença são hipertensão, idade acima de 40 anos, diabetes, histórico familiar, raça negra, longo tratamento com esteroides e/ou altos graus de miopia. Há a possibilidade de bebês nascerem com a doença. O tratamento consiste no uso de colírios. Ainda há como alternativas o laser e a realização de cirurgias.

4 - Estrabismo
A criança pode nascer estrábica (vesga, como é chamada popularmente) e, em alguns casos, isso tem relação com alguma doença ocular, como tumor  e glaucoma congênito. Há também a chance de aparecer após os seis meses de vida. Se notar qualquer sinal de desvio dos olhos dos filhos, procure um médico. O tratamento consiste em usar tampão e óculos. Se não resolver, a solução é a cirurgia. Caso não cuide, o incômodo estético permanece, além da possibilidade de prejudicar a visão.

5 - Olho saltado (exoftalmia e proptose)
Há alguns fatores que podem fazer com que o olho se projete para fora. Entre eles estão doenças da tireoide e tumores. Se notar qualquer assimetria no tamanho e na distância dos olhos, procure um médico. O tratamento consiste em solucionar os problemas que causaram os olhos saltados. Em alguns casos, há a necessidade de cirurgia para corrigir também a posição deles.

6 - Leucocoria (reflexo pupilar branco)
O exame do reflexo vermelho possibilita a identificação do problema, que é o reflexo branco da pupila. Em crianças maiores, há a possibilidade de perceber o reflexo branco em fotos comuns. Pode ser sinal de tumor ou de retinopatia da prematuridade (alteração no crescimento da retina), por exemplo. O tratamento depende da avaliação do oftalmologista e pode ser clínico, com laser ou cirurgia. Se não tratar precocemente, há chances de levar à cegueira.

7 - Olho seco
O olho seco pode estar associado a ametropias ou ao olho saltado, por exemplo, e consiste no ressecamento dos olhos, levando à vermelhidão e irritação crônica. O tratamento é baseado, geralmente, no uso de lubrificantes oculares. Se não seguir as recomendações médicas, a pessoa pode desenvolver conjuntivite (inflamação na conjuntiva) e ceratite (inflamação da córnea).





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Com informações da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.
Fonte: http://idmed.terra.com.br 
Por: Dra. Glauciane Lins Fontes é Oftalmologista.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Conjuntivite alérgica é mais frequente no inverno


Engana-se quem pensa que o inverno só pode trazer doenças respiratórias como resfriados, sinusite, asma e rinite. As baixas temperaturas podem trazer também transtornos envolvendo os olhos, como a conjuntivite alérgica. A conjuntiva, membrana transparente que recobre o globo ocular e a parte interna da pálpebra, pode sofrer reações alérgicas que causam sua inflamação, deixando os olhos vermelhos, inchados, ardentes e desconfortáveis, lacrimejados e com secreção, com uma sensação de areia nos olhos, com intolerância à luz e visão distorcida. Mas, com alguns cuidados, é possível evitar estas adversidades.

Quem dá as dicas é o Dr. Jorge Mitre, oftalmologista especializado em retina. Ele afirma que a conjuntivite alérgica é mais frequente durante o inverno, devido ao tempo seco e pelo aumento do contato com ácaros que ficam nos sapatos, roupas e casacos que ficam guardados no armário até o inverno chegar. Por isso, é recomendado que estes acessórios sejam expostos ao sol antes de utilizá-los.

Há também outros conselhos para que a conjuntivite alérgica não apareça: evitar contato com flores, pólen, pelos de animais, cloro de piscina e locais com muita poluição. Lavar a mão e o rosto várias vezes ao dia também ajudam. “Para auxiliar na prevenção também deve ser evitado o compartilhamento de lençóis, toalhas, travesseiros e outros objetos de uso pessoal”, explica Dr. Mitre.

Caso os sintomas da conjuntivite apareçam, Mitre recomenda que se procure um oftalmologista. “O médico deve realizar exames clínicos, analisar o caso e indicar o tratamento mais adequado de acordo com o paciente, que pode durar até 15 dias”, completa.

Mas não é só no inverno que a conjuntivite pode aparecer. No verão, ela pode ser causada por vírus ou bactérias, deixando-a altamente contagiosa. Esta modalidade é ainda mais desconfortável e requer um tratamento diferenciado. “Apesar de não ser uma patologia grave, qualquer caracterização de conjuntivite é incômoda. Pelo seu alto poder de transmissão, a pessoa infectada deve permanecer cerca de uma semana afastada de lugares com grande circulação de pessoas”, conclui Dr. Mitre.

Fonte: Portal da Oftalmologia, por Portal Idmed




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terça-feira, 30 de julho de 2013

O que é Degeneração Macular Relacionada à Idade



A mácula é a área da retina responsável pelo centro da visão. É através dela que é possível enxergar detalhes tais como reconhecer o rosto das pessoas ou ler um livro. A Degeneração Macular Relacionada à Idade é a doença do fundo do olho, que ocorre em pessoas com mais de 60 anos e é a causa mais comum de cegueira nesta faixa etária.

Existem duas formas de Degeneração Macular Relacionada à Idade:

Seca
É a mais comum e pode levar a baixa de visão central devido à atrofia, ou seja, formação de uma cicatriz na mácula. Não ocorre a formação de vasos anormais na mácula.



Úmida ou Exsudativa
Ocorre a formação de vasos anormais na mácula, que causam hemorragia, fluido e presença de proteína na mácula. Se não tratada precocemente, há formação de uma cicatriz na mácula.

Os sintomas e sinais são:
• Perda de visão para leitura;
• Dificuldade em reconhecer o rosto das pessoas;
• Mancha escura na visão;
• Distorção na visão, chamada de metamorfopsia.

Os tratamentos disponíveis são:

Suplementação com vitaminas: pode reduzir a chance de progressão da forma seca para a úmida ou atrófica;

Terapia anti-VEGF (Ranibizumabe ou Bevacizumabe): é realizada a injeção de medicações para bloquear o crescimento dos vasos anormais no fundo do olho. São necessárias pelo menos 3 aplicações mensais para a estabilização da doença.

Terapia Fotodinâmica: é a injeção de uma substância na veia, ativada com a luz de laser, que é aplicada no fundo de olho.

Fotocoagulação com laser: pode ser feito em lesões que não estão no centro da mácula, a fóvea.

A indicação de cada tratamento depende da avaliação médica com o Oftalmologista especialista em Retina.

Todo paciente com Degeneração de Mácula deve monitorar sua visão com a Tela de Amsler, uma vez por semana.

Fonte: lotten eyes



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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Um exame completo para o glaucoma deve incluir o exame do nervo óptico. Conheça as faixas etárias e periodicidades


Um exame completo para o glaucoma deve incluir o exame do nervo óptico. Conheça as faixas etárias e periodicidades

Ao contrário da catarata, quando a visão se torna turva, no glaucoma a visão central permanece tipicamente clara e sem alteração até os estágios terminais. Este pode ser o principal motivo pelo qual aproximadamente metade dos indivíduos com glaucoma não sabem que tem a doença.

Qualquer perda de visão devida ao glaucoma é, na maior parte das vezes, permanente. Apesar de o tratamento não conseguir restaurar a visão já perdida, um tratamento com êxito pode prevenir perdas visuais futuras. Por isso, o diagnóstico precoce é a chave para prevenir a perda progressiva da visão nesta doença.



O exame do nervo óptico é fundamental – Infelizmente, o glaucoma muitas vezes é diagnosticado somente quando uma parte significativa da visão já está irreversivelmente perdida.

Além de ser consultado por seu oftalmologista, a pressão intraocular deve ser sempre medida.  Além disso, um exame completo para o glaucoma deve incluir um exame do nervo óptico.

Após a consulta, se houver alguma suspeita de glaucoma, ou para confirmar o diagnóstico da doença, deve ser realizado um exame de campo visual, que mede a visão periférica.

Com que frequência as pessoas devem ser examinadas para o glaucoma?

Todos os que tiverem risco de desenvolver o glaucoma devem realizar um exame oftalmológico em intervalos regulares. Indivíduos com risco maior deverão ser examinados mais frequentemente, assim como pessoas mais idosas e aquelas com história familiar de glaucoma.

Geralmente, se recomenda que todos os indivíduos com 40 ou mais anos de idade sejam examinados para o glaucoma no mínimo uma vez a cada dois anos. Indivíduos com 60 anos de idade ou mais, e aqueles com outros fatores de risco importantes, como diabete ou histórico familiar de glaucoma, devem ser examinados em intervalos menores, talvez uma vez ao ano.

O exame regular pelo seu oftalmologista permitirá que o glaucoma seja detectado e tratado precocemente. O tratamento do glaucoma é mais eficiente quando é iniciado num estágio mais inicial da doença, pois, desse modo, é possível prevenir a perda visual causada pela doença.

A detecção precoce é a chave para prevenir a perda visual pelo glaucoma. Fique atento!



Frequência de exames de acordo com a idade

- Entre 40 e 60 anos – pelo menos uma vez a cada dois anos

- Mais do que 60 anos – uma vez ao ano

- Outros fatores de risco (diabete, pressão alta e histórico familiar) – uma vez ao ano após os 40 anos

- Negros (entre 30 e 40 anos) – uma vez a cada dois anos

- Negros (com mais de 40 anos) – uma vez ao ano

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Como ter uma boa visão e detectar precocemente os problemas visuais



Mais de 70% da relação do indivíduo com o mundo se dá através da visão. No entanto, de acordo com estimativa da OMS, há 285 milhões de pessoas no mundo com deficiências visuais, sendo 39 milhões cegas, embora 80% desses casos poderiam ser evitados se diagnosticados precocemente.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Dr. Marcus Safady, a realização periódica de exame oftalmológico por um médico oftalmologista desde a mais tenra infância pode evitar muitos problemas de visão, uma vez que a maioria não apresenta qualquer sintoma ou só aparece em fases mais tardias, quando os danos visuais são irreversíveis.

Ele ressalta que o chamado “Teste do Reflexo Vermelho” (teste do olhinho) é a primeira avaliação que deve ser realizada ainda nos recém-nascidos. O teste diagnostica, entre outras doenças, a catarata e o glaucoma congênitos.

-Na idade pré-escolar a criança também deve realizar rotineiramente um consulta oftalmológica, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia ao lembrar que a visão se desenvolve até os 5 anos de idade, época em que ela estará começando sua vida escolar. Novas consultas vão depender da orientação do médico oftalmologista.

-Pelo menos 10% dos alunos apresentam os chamados erros de refração- miopia, astigmatismo e hipermetropia, por isso é importante os pais e professores estarem atentos a qualquer sinal de que a criança tem dificuldades na leitura, é desatenta, ou então quer ficar muito próxima do quadro de giz, explica ainda Dr. Marcus Safady.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, os pais também devem ficar atentos a mudanças na coloração dos olhos, lacrimejamento excessivo, secreção ocular, desvios na posição dos olhos e deficiências no aprendizado escolar. 

A partir da idade adulta, exceto em casos de problemas oculares na família, recomenda-se visita anual ao oftalmologista.

- Por vivermos num país tropical, o presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia recomenda que desde a infância se proteja os olhos usando bonés, chapéus e óculos escuros com proteção ultravioleta. Jamais usar lentes de contato sem prescrição de um médico oftalmologista. Intercalar o uso do computador com pausas para evitar o ressecamento da superfície ocular, provocando o olho seco e a Síndrome Visual Relacionada a Computador. 
Fonte: SBO


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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Centro de Glaucoma de Niterói


O Centro de Glaucoma de Niterói está remodelado, oferecendo aos seus pacientes médicas especialistas, os mais avançados e modernos equipamentos em ambiente exclusivo proporcionando conforto e segurança no diagnóstico, prevenção e tratamento do Glaucoma.

Glaucoma é uma doença degenerativa do nervo óptico que compromete o campo visual e tem como principal fator de risco o aumento da pressão ocular.

Todo paciente que apresenta fatores de risco: trata hipertensão ocular, ou tem o diagnóstico de glaucoma, deve ser avaliado regularmente.

Os exames são importantes para detectar o estágio da doença e o tipo de acompanhamento que deve ser realizado. No entanto, o cuidado com a doença não termina após o resultado do exame. 

Ainda não existe cura para o Glaucoma, mas é possível controlar sua progressão através da redução da pressão intra-ocular.





  

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terça-feira, 9 de julho de 2013

Atenção para os cuidados oftalmológicos com o bebê


Antes do nascimento

O acompanhamento pré-natal é capaz de evitar o comprometimento da visão do bebê que irá nascer. Algumas doenças, como a rubéola e a toxoplasmose, podem causar cegueira e problemas neurológicos na criança. 


O bebê já nasce enxergando?

Não, o recém-nascido apenas percebe luz e vultos, os quais ainda não sabe interpretar. Assim como ele não sabe falar e andar, também não sabe ver. Com o passar dos meses, se estiver tudo em ordem com seus olhos, irá desenvolvendo progressivamente sua visão. Próximo aos cinco anos de idade, na maioria das crianças, a visão será igual a do adulto. 

Qualquer doença ocular ao nascimento, como a catarata congênita e o glaucoma congênito, pode prejudicar totalmente este desenvolvimento. O teste do reflexo vermelho, também chamado de “teste do olhinho”, deve ser realizado ainda na maternidade. Ele é capaz de detectar essas e outras doenças, às vezes gravíssimas, como o retinoblastoma (um tipo de câncer ocular) precocemente. 


Oftalmia neonatal, obstrução do canal lacrimal e outras alterações

A oftalmia neonatal é uma conjuntivite que afeta crianças menores de 28 dias de nascimento. Ela é causada pela infecção durante o parto, em virtude do contato da criança com as secreções genitais da mãe, combinada com a falta de cuidados no momento do nascimento. Para evitar a contaminação, ainda na sala de parto, profissionais de saúde aplicam gotas de nitrato nos olhos da criança.

O bebê, em seus primeiros dias de vida, também pode apresentar olhos muito vermelhos e lacrimejantes, causados pela obstrução do canal lacrimal (dacriocistite). Se isso ocorrer, ele deve ser examinado por um oftalmologista, que poderá indicar o tratamento correto.

Também deve ser levado com urgência ao médico oftalmologista o bebê que, ao nascer, tiver mancha branca na menina dos olhos, olhos anormalmente grandes, ou ainda que não suportem claridade.


Como limpar os olhos do bebê?

Para limpar os olhos do bebê, deve-se utilizar gaze ou pano limpo molhado em água filtrada e previamente fervida. Fazer movimentos delicados sem apertar os olhos. 

Fonte: CBO


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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Um olhar diz tudo? Então cuide dele como você escova seus dentes!

Já ouviu o ditado que “um olhar vale mais do que mil palavras”? Apesar de darmos tanta importância à linguagem do olhar nos dias atuais, nem sempre nos lembramos de cuidar desta área tão fundamental e sensível de nosso corpo. Como alertam os especialistas, a saúde dos olhos deve ser observada desde o nascimento, para que se possa prevenir e tratar, o mais cedo possível, todo o tipo de problema que pode surgir ao longo da vida.

Veja os principais cuidados que você deve ser com a sua visão:

Antes de mais nada, é preciso visitar o oftalmologista regularmente. Para as pessoas que têm problemas de visão ou que já passaram dos 40 anos, o ideal é que a consulta seja feita 1 vez por ano.

Outra atitude fundamental é a auto-observação: vista cansada, coceira nos olhos, dificuldade para focalizar imagens, lacrimejamento, todos esses são sintomas de problemas de visão, doenças ou alergias.

Os cuidados em relação à televisão e, principalmente, ao uso continuado de computadores, são muito importantes. Recomenda-se que o usuário dê intervalos de 10 a 15 minutos a cada uma hora, para descansar os olhos , aumentar a lubrificação da superfície ocular e que mantenha uma distância de pelo menos 50 cm do monitor.

Muitas pessoas (não necessariamente as que têm olhos claros) são mais sensíveis aos raios ultravioleta do sol. Por isso, o uso de óculos escuros de boa qualidade (que podem ser ou não de grau, dependendo do caso), são fundamentais para proteger a visão.

Quem usa lentes de contato deve dar atenção especial à limpeza das lentes, e ao uso continuado dentro dos prazos estabelecidos. Quando isto não é feito, pode haver a proliferação de bactérias na superfície do olho e da lente, o que causa infecções.



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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Sociedade Brasileira de Glaucoma realiza campanha de conscientização da doença


Mais da metade da população brasileira não sabe responder o que é a doença glaucoma. E um a cada três brasileiros com mais de 16 anos de idade nunca foi ao oftalmologista. 

Por esse motivo a Sociedade Brasileira de Glaucoma realiza em todo o país uma campanha de conscientização popular do Combate à Cegueira pelo Glaucoma.

Essas ações têm o apoio da Associação Brasileira dos Amigos, Familiares e Portadores de Glaucoma (Abrag). De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma, o médico oftalmologista Francisco Lima, o objetivo é esclarecer sobre a doença e alertar as pessoas para a principal causa de cegueira do mundo.

“Lutar contra o glaucoma é um grande desafio. A doença não tem cura, mas pode ser tratada e evitar a perda da visão desde que seja descoberta o quanto antes. Para se ter uma ideia pelos dados de 2010 do IBGE, considerando-se que 2% da população tem glaucoma, estimamos que em Goiás, por exemplo, existam mais de 120 mil pessoas afetadas pela doença. O pior é que a maioria não sabe que tem o problema e só vai descobrir quando a perda visual já estiver significativamente avançada." afirma Francisco Lima.
Fonte: ABRAG



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terça-feira, 25 de junho de 2013

Colírios são remédios e seu mau uso pode causar graves consequências como catarata e glaucoma


A maioria das pessoas pensa que eles são inofensivos e usa à vontade, sem nem olhar o rótulo. Pior ainda: tem gente que usa o colírio dos outros sem nenhuma preocupação. Um erro grave, pois o colírio é igual à escova de dentes: cada um precisa do seu para evitar contaminações.

A escolha do medicamento também exige orientação médica. Colírios antibióticos, usados por tempo prolongado, reduzem a resistência imunológica e favorecem o aparecimento de bactérias resistentes. Já os anti-inflamatórios hormonais (com corticoide) podem causar catarata e glaucoma.

Agora, atenção ao uso correto dos colírios: para que a substância ativa do medicamento  vá em menor quantidade para a corrente sanguínea, afetando a saúde de outros órgãos, basta uma atitude simples: com o dedo indicador oclua o ducto lacrimal na extremidade interna do olho. Este simples cuidado evita alterações cardíacas em casos de uso de colírio vasoconstritor, por exemplo.

Vamos agora a algumas dicas para que você não corra riscos e preserve a saúde dos seus olhos e sua visão sempre em dia!

- Os principais tipos de colírio são: antibiótico, anti-inflamatório hormonal (com corticoide) e não hormonal (sem corticoide), antialérgico, vasoconstritor, lubrificante, antiglaucomatoso (para tratamento de glaucoma) e os anestésicos;

- Os colírios anti-inflamatórios são usados nos pós-operatórios e contra a conjuntivite viral, para reduzir o desconforto, e em todos os processos inflamatórios dos olhos;

- Os colírios antibióticos combatem todos os processos infecciosos. O mais comum é a conjuntivite bacteriana, que tem maior incidência no verão e é mais comum em crianças;

- O anti-inflamatório hormonal (com corticoide) tem uma ação mais agressiva, com maior penetração e maior poder sobre as células inflamatórias. Mas só deve ser usado em casos graves por causa dos efeitos colaterais.

- O colírio lubrificante (lágrima artificial) é o único que pode ser usado por todos conforme recomendação médica, sem efeitos colaterais, mas preste atenção se ele não tem conservantes que causem alergias (essa informação está no rótulo!). Ele, inclusive, é indicado para quem usa lentes de contato ou quem está em contato com poluição, ar condicionado ou fica horas em frente ao computador;

- Para tratar irritações causadas por contato com água do mar, da piscina ou de ambientes poluídos, o mais indicado é usar compressas frias com água potável. Não desaparecendo a irritação em dois dias, procure um oftalmologista. Por fim, é importante ressaltar que nenhum colírio deve ser usado sem prescrição e acompanhamento médico.
Fonte: Cuidado com o Glaucoma

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Usar o computador em um ambiente claro protege a visão

O computador faz parte do dia a dia da maioria das pessoas, seja para trabalhar, estudar ou até mesmo por lazer.

Porém, o mau uso desse aparelho pode prejudicar principalmente os olhos e, por isso, é preciso tomar alguns cuidados. Uma dica importante é optar por ambientes mais claros e com a luz mais difusa na hora de se conectar para agredir menos os olhos e proteger a visão, como explicou o oftalmologista Samir Bechara no Programa Bem Estar.

Isso acontece porque a claridade faz a pupila se fechar e ficar mais protegida, melhorando a visibilidade. Além disso, com o ambiente todo iluminado, a luz direcional do computador se torna menos agressiva – manter janelas abertas e luzes acesas são algumas medidas que ajudam a criar esse espaço, por exemplo. No entanto, o oftalmologista Emerson Castro alerta para os focos de luz que não devem estar virados diretamente aos olhos, assim como os aparelhos de ar-condicionado ou ventiladores. (veja abaixo mais dicas para proteger a visão ao usar o computador)

clique na imagem para ampliar


Entre os problemas que o uso do computador pode causar, está o olho seco. Porém, o alerta vai para o uso de colírio, que deve ser apenas o de lágrima artificial indicado pelo médico. O uso de colírios sem orientação pode até piorar o problema e, por isso, é bom evitar a automedicação.

Os médicos alertaram também para os cuidados com a visão das crianças. Segundo eles, o quanto antes for detectado o problema, melhor - isso porque a visão se desenvolve 90% nos dois primeiros anos de vida, época em que a criança aprende a fixar, movimentar e perceber a profundidade através dos olhos. Qualquer alteração não corrigida nessa fase pode trazer prejuízos para a visão no futuro.

Por isso, os bebês devem passar pelo teste do olhinho logo ao nascer e, quando crescem, devem fazer avaliações oftalmológicas frequentemente.

Caso seja detectado que um dos olhos não funciona direito, é importante iniciar rapidamente o tratamento que, na maioria das vezes, é feito com o uso dos tampões. Eles podem ajudar, inclusive, no estrabismo na infância.
Fonte: G1 - Bem Estar

 
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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Teste do olhinho: O que é?

É um exame simples, rápido e indolor, que consiste na identificação de um reflexo vermelho, que aparece quando um feixe de luz ilumina o olho do bebê. O fenômeno é semelhante ao observado nas fotografias. Para que este reflexo possa ser visto, é necessário que o eixo óptico esteja livre, isto é, sem nenhum obstáculo à entrada e à saída de luz pela pupila. Isso significa que a criança não apresenta nenhum obstáculo ao desenvolvimento da sua visão.

Por que e quando fazer?

A criança não nasce sabendo enxergar, ela vai aprender assim como aprenderá a sorrir, falar, engatinhar e andar. Para isso, as estruturas do olho precisam estar normais, principalmente as que são transparentes. O “Teste do Olhinho” pode detectar qualquer alteração que cause obstrução no eixo visual, como catarata, glaucoma congênito e outros problemas cuja identificação precoce possibilita o tratamento no tempo certo e o desenvolvimento normal da visão. 

Desde junho de 2010, o pagamento do “Teste do Olhinho” por todos os planos de saúde é obrigatório, segundo decidiu a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). 

Antes disso, em muitos estados e cidades o exame já era instituído por lei e realizado nas maternidades públicas e particulares, antes da alta do recém-nascido. O objetivo da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) é que todas as crianças tenham esse direito garantido! 

A recomendação é que o Teste do Olhinho seja realizado pelo pediatra logo que o bebê nasça. Se isso não ocorrer, o exame deve ser feito na primeira consulta de acompanhamento e continua sendo importante nas consultas regulares de avaliação da criança, com a periodicidade definida pelo médico. Se o pediatra encontrar algum problema, encaminhará a criança para avaliação do oftalmologista.

Fonte: CBO


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